O que eu mais gosto no Ubuntu é que ele é de código aberto e altamente personalizável. No Ubuntu, você pode fazer quase qualquer coisa, desde criar e instalar temas personalizados até mudar completamente a aparência e a sensação do sistema. Essa liberdade me permite personalizar meu espaço de trabalho exatamente do jeito que eu quero. O Ubuntu também oferece uma experiência muito suave e estável como desenvolvedor frontend. Facilita meu trabalho porque posso abrir, editar e gerenciar arquivos rapidamente usando o terminal. Posso facilmente dar permissões, executar comandos e controlar meu ambiente de desenvolvimento de forma eficiente. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
Uma coisa que não gosto no Ubuntu é que, às vezes, certos aplicativos não são construídos especificamente para o Ubuntu. Muitos aplicativos são feitos principalmente para Windows ou macOS, e no Ubuntu eles podem ter suporte limitado ou exigir configuração extra. Outro problema que enfrento é a gestão de memória ao executar múltiplos aplicativos. Quando executo muitos microsserviços de frontend e mantenho vários aplicativos abertos ao mesmo tempo, o sistema pode ficar lento ou não responder. Em alguns casos, o laptop trava e reinicia automaticamente, fazendo com que todos os aplicativos em execução sejam fechados e o trabalho seja perdido. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
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