
O que mais gosto no dbt é como ele traz uma estrutura limpa e amigável para desenvolvedores ao trabalho de análise. Ele faz com que a modelagem e transformação de dados pareçam organizadas e previsíveis, graças à sua abordagem simples, que prioriza SQL, e ao layout claro do projeto. Também aprecio muito como o dbt incentiva boas práticas de engenharia, como controle de versão, testes e documentação. Assim, todo o fluxo de trabalho se torna mais confiável e colaborativo. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
O que não gosto no dbt é que algumas partes do fluxo de trabalho podem parecer um pouco inflexíveis, especialmente quando você está tentando personalizar como os testes ou modelos se comportam em projetos mais complexos. Ele também depende muito da linha de comando e de arquivos de configuração, o que pode se tornar exigente à medida que o projeto cresce. Além disso, o dbt não lida com ingestão ou necessidades em tempo real, então os usuários frequentemente precisam de ferramentas adicionais para completar o pipeline, o que faz com que a configuração pareça menos integrada. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
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