
Como CTO, a melhor parte para mim sobre o uso do Typebot é a intuitividade que ele nos oferece para criar fluxos de trabalho conversacionais sem muita sobrecarga necessária para o lado do desenvolvimento. Um dos cenários recentes que tivemos para uma das campanhas foi onde tivemos que implementar um bot de qualificação de leads para o cliente. A intuitividade oferecida pela ferramenta para criar os fluxos de trabalho foi fenomenal. O fato de podermos personalizar os fluxos de trabalho de acordo com nossas necessidades é ótimo, pois não estamos restritos a um determinado modelo. Além disso, a interface do usuário parece limpa e envolvente para o usuário final; não parece um chatbot típico e 'desajeitado'. Do ponto de vista técnico, é um ótimo equilíbrio entre as capacidades de não-código e as capacidades técnicas oferecidas pela ferramenta. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
Uma das coisas que notei sobre o Typebot é que, quando tentamos usá-lo em casos de uso mais complexos e do mundo real, há uma limitação que encontramos. Especificamente, quando estávamos trabalhando na construção de um bot de suporte ao cliente em várias etapas para um cliente, tivemos problemas com lógica e condicionais profundamente aninhadas, pois era difícil manter tudo claro. Outra área é quando tivemos que fazer ajustes adicionais para trabalhar com certas ferramentas de terceiros, o que, embora menor, tira o benefício de velocidade inerente ao uso de uma ferramenta sem código. Outra área é em termos de depuração e compreensão de erros. Análise coletada por e hospedada no G2.com.



