O que mais se destaca é a capacidade deles de combinar expertise técnica com um forte entendimento de como os dados de programa e impacto realmente funcionam na prática.
Eles:
desenharam dashboards que refletem a lógica real do programa (projetos, indicadores, metas, cronogramas, geografia),
criaram estruturas visuais claras que são utilizáveis tanto para usuários técnicos quanto não técnicos,
lidaram com a conexão API com o ActivityInfo de forma suave e confiável,
foram pragmáticos e colaborativos, adaptando os dashboards com base no feedback em vez de entregar uma solução rígida.
Os dashboards são bem estruturados, escaláveis e projetados com o uso futuro em mente, não apenas como saídas de relatórios estáticos. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
Houve um período inicial de aceleração no início do projeto, pois a equipe precisava de tempo para entender completamente nossos dados, estruturas de dados e expectativas analíticas, e para propor o design de dashboard mais apropriado. Isso significou que o início do projeto levou um pouco mais de tempo do que esperávamos inicialmente.
No entanto, essa fase foi necessária para garantir que os dashboards estivessem bem alinhados com nossas necessidades e a realidade dos dados, e isso contribuiu, em última análise, para um resultado mais robusto e relevante. Análise coletada por e hospedada no G2.com.


