O que você não gosta ReadCube?
Usei o Papers 2 e o Papers 3 por muitos anos e gostei da funcionalidade e facilidade de uso. Em particular, ele se integrava muito bem com o arXiv e com o MathSciNet e tornava muito fácil importar artigos e informações bibliográficas. A nova versão, ReadCube, perdeu muita da funcionalidade. A interface do usuário é desajeitada: em particular, importar artigos e depois adicionar informações bibliográficas é um incômodo. É muito difícil criar bibliotecas especiais para projetos. Por exemplo, eu queria criar uma biblioteca de todas as minhas próprias publicações (mais de 100), mas a única maneira que consegui descobrir foi movê-las uma a uma.
Agora há múltiplos duplicados no meu arquivo — limpá-los dá muito trabalho. E quando um artigo é atualizado (por exemplo, quando os autores postam uma revisão no arXiv), não parece haver uma maneira fácil de substituir o arquivo existente pelo novo, o que leva a todos esses duplicados.
Eu só uso a versão online agora, pois o programa no meu computador é muito desajeitado para ser de uso sério.
Não gosto do fato de que ele não consegue buscar facilmente por nomes com marcas diacríticas. Por exemplo, tenho artigos de um autor chamado Hästö, e metade deles foi indexada como Hasto. Portanto, para encontrar qualquer coisa, tenho que buscar duas vezes. Outros bancos de dados (como o MathSciNet da American Math Society) me permitem buscar por Hasto.
Nunca uso o programa para exportar informações bibliográficas: o que ele produz no formato BibTeX requer tanta limpeza que é mais fácil ir online e baixar as informações de citação em outro lugar. Análise coletada por e hospedada no G2.com.