
O que eu mais gosto no Cucumber é sua sintaxe Gherkin simples e legível, que permite que os cenários de teste sejam escritos em inglês simples. Isso facilita para que tanto membros técnicos quanto não técnicos da equipe entendam os casos de teste e colaborem efetivamente. Ajuda a preencher a lacuna de comunicação entre desenvolvedores, testadores e partes interessadas do negócio. Também aprecio como o Cucumber se integra facilmente com ferramentas de automação como o Selenium, tornando-o muito útil para implementar o Desenvolvimento Orientado por Comportamento (BDD) em projetos reais. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
O que eu não gosto no Cucumber é que manter os arquivos de funcionalidades pode se tornar desafiador em projetos grandes com muitos cenários. Se os cenários não estiverem bem organizados, os arquivos de funcionalidades podem se tornar muito longos e difíceis de gerenciar. Além disso, escrever definições de passos requer disciplina para evitar passos duplicados ou excessivamente genéricos, o que pode tornar o framework de automação mais difícil de manter ao longo do tempo. Análise coletada por e hospedada no G2.com.




