Também descobri que o fato de ter conseguido desenvolver interações mais elaboradas nesses dados usando um banco de dados gráfico foi extremamente útil. Usando o VelocityDB, o banco de dados orientado a objetos, que já utilizo, a integração com o VelocityGraph foi fácil. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
A linguagem de consulta dentro do VelocityGraph não é tão robusta quanto em outros bancos de dados de grafos que experimentei. Eu considero difícil realizar operações adicionais que necessitam do uso particular de consultas simples ou álgebra digital, como consultas agregadas. Análise coletada por e hospedada no G2.com.


