
Um dos aspectos mais atraentes é que, como administrador de sistema, a manutenção é muito fácil de acessar e gerenciar. Por exemplo, scripts podem ser implementados e aplicados diretamente, o que proporciona um alto nível de flexibilidade. Em particular, a ferramenta de design suportada pelo IDE permite que indivíduos com conhecimentos básicos de TI aprendam e a utilizem com facilidade para tarefas de manutenção e gerenciamento.
Além disso, o sistema demonstra um nível muito alto de estabilidade. Nossa empresa continua a operar em um ambiente local e interage com outros sistemas, como SAP e WMS. Não houve erros críticos ao integrar com sistemas legados, e a maioria dos problemas relacionados ao LIMS pode ser resolvida pela equipe de TI através da análise de logs de erro sem a necessidade de tickets de suporte. Portanto, sua compatibilidade e integração com sistemas legados são altamente eficazes.
Finalmente, outra vantagem é o forte nível de segurança e controle. Como o sistema é gerenciado internamente, dados sensíveis podem ser tratados de forma mais segura, e os administradores têm controle total sobre configurações, acesso e atualizações. Isso facilita a aplicação de políticas internas e a resposta rápida a quaisquer problemas potenciais. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
De uma perspectiva de custo total de propriedade (TCO) em vez de um ponto de vista técnico, as taxas de licenciamento e manutenção anual (AMP) são relativamente caras. Nossa empresa usa SAP, onde opções como licenças de usuário PMC (7 anos) podem ser selecionadas dependendo da situação da empresa. No entanto, no caso do LIMS, há apenas opções FCL e DCL disponíveis, e o custo de atualização de DCL para FCL foi cerca de três vezes maior em comparação com o SAP.
Além disso, acredito que o AMP deveria ser ajustado com base no nível real de esforço necessário, já que tende a aumentar a cada ano. Análise coletada por e hospedada no G2.com.






